LIVROS QUE TRATAM DOS PRECONCEITOS, ESTÍGMAS E DISCRIMINAÇÃO.
1- Teté, um anjo Amigo. Maria Lúcia Ribeiro de Andrade. Ilustração: Regina Martinez. Editora do Brasil, 1989. Teté é um lindo anjinho afrodescendente que mora nas nuvens, de lá, ele vê as crianças brincando e desce até a terra para brincar também com Carlinhos, Flavio, Clarinha, Tito e Pedro.
2- O Amigo do rei. Texto de Ruth Rocha e ilustrações de Eva Funari. Ed. Ática, 4ª edição. 2002. São Paulo. Coleção Sambalelê. A História fala da amizade de crianças que nascem na escravidão e da relação dessas com os filhos dos donos de escravos.
3- Bagunça é bom, mas tem hora! . Texto: Cida Lopes; ilustrações: Belli Stúdio. Editora TODOLIVRO LTDA. 2000. Coleção Meus Valores. O livro aborda sobre o dia-a-dia de duas mães que tentam ensinar seus filhos a serem organizados.
4- O segredo da botija. Texto de Guaraciara Barros Leal; ilustrações: Maria Viana. Edições Demócrito Rocha. Fortaleza/CE. 2000. O livro traz a lenda contada no terreiro do sítio do vovô João para o neto Ernesto ao lado da fogueira. Sua riqueza no pé de uma árvore.
5- Menina bonita do laço de fita. Texto de Ana Maria Machado; ilustrações de Claudius; editora Ática, 3ª edição, 1990. Na estória, a menina bonita do laço de fita se parece com uma princesa africana e tem um amigo coelhinho que deseja de toda maneira ficar negro. A interpretação da história e a leitura semiótica das imagens proporcionaram aos alunos produzirem um mural com suas fotos. a de seus avós, tios, pais e nessas fotos estudarem as características herdadas de seus familiares.
6- O Menino Nito. Texto de Sônia Rosa com ilustrações de Victor Tavares. Editora Pallas. 2002. Nito era filho único de uma família negra. Era considerado muito bonito por toda a família e vizinhos, seu único problema era chorar por tudo, quanto mais crescia mais chorão ficava. Até que um dia seu pai lhe chamou num canto e pediu-lhe eu parasse pois ele já era grande e além de tudo homem não chora.
7- Zumbi vai a escola. Texto de Magno Cruz, ilustrações de Ivis de Oliveira. 2ª edição. Maranhão. Editora: Estações Produções: 2002. O livro conta à história em quadrinhos de Zumbi dos Palmares, herói negro do século XVII. Mostra como era a Cida no quilombo, o que eles faziam, enfim fala do contexto político, econômico e cultural do quilombo onde Zumbi nasceu e defendeu durante sua vida.
8- Luana e sua turma nos brinquedos rebeldes. Texto de Aroldo Macedo. Luana e sua turma são histórias em quadrinhos produzidas em 2002, como gibi: com a finalidade de divulgar a cultura africana e afro-brasileira, personagens com características dos afrodescendentes de forma agradável ao público infanto-juvenil e adulto. Cada série traz uma história de etnias africanas com intuito de conscientização racial de nossas crianças, adolescentes e jovens.
9- Luana e sua turma em causos da vovó Josefa. Texto de Aroldo Macedo e Osvaldo Faustino. O gibi traz a história de uma menina que queria ser loira então comprou uma peruca, e saiu dizendo para todas as amigas da sala de aula que não tinha cabelo ruim. Luana ficou tão impressionada que ao chegar em casa após a aula foi logo contando a avó e perguntando se era verdade que todo negro e toda negra tinha cabelo ruim. A sua avó disse que não há cabelo ruim pois ele não fala mal de ninguém. Então para dar um exemplo que Luana pudesse entender dona Josefa conta uma história que ela ouviu de seus avós quando vivia pelas bandas da África.
10- Luana, a menina que viu o Brasil nascer nenén. Texto de Aroldo Macedo e Osvaldo Faustino. FTD, São Paulo. 2000. O livro fala de uma menina que tem um berimbau mágico que a transporta para o passado do Brasil, é no descobrimento que ela vai conhecer as nações indígenas que viviam no Brasil quando os portugueses chegaram aqui.
11- Ifá, o advinho. Texto de Reginaldo Prandi, ilustrações de Pedro Rafael. Companhia das Letrinhas. 2002. O livro traz as histórias dos deuses africanos que vieram para o Brasil com os trabalhadores escravos. Essa história traz outras personagens como Oxossi, Ogum, Xangô, Oxum, Exu e Oxalá. O livro fala como os orixás chegaram no Brasil.
12- Da costa do ouro. Texto de Raimundo Matos de Leão: ilustrações de Rogério Soud. Editora Saraiva: (Coleção jabuti). São Paulo. 2001. O livro trata de questões pouco exploradas no universo infanto-juvenil: a problemática da cultura afro-religiosa. Ele fala dos preconceitos e semelhanças entre religiões da África no Brasil. A história ocorre no século XIX, antes algumas décadas antes da abolição. Conta a história de vida de Mariana, neta de escravos alforriados na Bahia.
13- Chica Xavier canta sua prosa. Texto de Chica Xavier: ilustrações de Bela D' OXOSSI. Ed. TOPBOOKS. Rio de Janeiro. 1999. O livro traz cantigas, louvações e rezas para os orixás recolhidos por Chica Xavier durante sua trajetória de atriz e mulher negra pertencente ao candomblé.
14- Bruno Zumbi. Texto de Ângela Cristina marques. 4ª edição: Belo Hrizonte. Editora Lê, 1998. O livro apresenta um romance com os conflitos comuns vivenciados por milhares de adolescentes afro-brasileiros de classe média e/ou popular, evidencia inúmeras situações de discriminações raciais no mundo da escola.
15- Ilê, Ayê. Um Diário Imaginário. Texto de Francisco Marques, ilustrações de Demóstenes Vargas. Famato. Belo Horizonte. 1994. O livro apresenta fatos históricos da imigração dos africanos desde 1845, quando os colonizadores vão a Angola, Guiné, Serra Leoa, Nigéria e Moçambique. Fala da entrada dos navios negreiros em Pernambuco no ano de 1855, na Bahia em 1865, em Minas Gerais em 1875, no estado de São Paulo em 1838. Aborda também sobre os jornais, revistas e algumas editoras que não viam como fato comum a escravização dos africanos.
16- A cor da vida. Semiramis Paterno. Editora Lê, belo Horizonte: 1997. O livro é destinado ao público infantil e traz o texto não –verbal. A história mostra que os preconceitos e a discriminação são colocados nas crianças pelos adultos na família.
17- Que mundo maravilhoso. Texto de Julius Lester & Joe Cepeda. Ed. Brinque-book. Tradução : Gilda de Aquino. O livro traz uma nova versão da criação do mundo. Nesse livro: Deus, os anjos e seus auxiliares são negros.
18- A menina transparente. Texto de Elisa Lucinda; ilustrações de Graça Lima. Salamanda: Rio de Janeiro, 2000. O livro fala da leveza e transparência da poesia.
19- Chica e João. Texto e ilustrações de Nelson Cruz. Editora Famato. Belo Horizonte. 2000. O livro de Nelson Cruz faz parte da coleção Histórias para contar histórias; ele contempla os conteúdos de História e Cultura Afro-Brasileira.
20- Negros na noite. Texto de Henrique Cunha Junior. Edicon: São Paulo, 1997. Os contos do autor narram fatos sociais ocorridos em São Paulo, Rio de Janeiro no dia a dia com personagens negras. Critica e mostra fatos discriminatórios do machismo racismo na sociedade brasileira.
21- Coleção cadernos negros. Apresentamos volumes: "22, 23, 24, 25, 26, 27, 28 e 30". Essa coleção traz poesia, prosas, contos e poemas na temática afrodescendentes e é escrita por afro-brasileiros de diversas regiões do Brasil. Os escritores que participam dos volumes citados são: Carlos Gabriel; Lepê Correia; Conceição Evaristo; Lia Vieira; Henrique Cunha Junior; Márcio Barbosa; Miriam Alves; Jônatas Conceição. Owene.
22- A cor do sucesso. Texto de Aroldo Macedo e Osvaldo Faustino. O livro apresenta relatos e personalidades afro-brasileiras famosas e conhecidas pelo público através de suas profissões. Apresenta algumas dicas e razões para que os negros tenham orgulho de si.
23- Contos populares de Angola: folclore quimbundo. Organziador: Viale Moutinho. Editora Landy: 3ª edição. São Paulo, 2000. O livro traz contos, fábulas, lendas que falam do folclore Quimbundo. Os cantos trazem temas tradicionais, sistematizando as suas mutações de personagens, fatos e ambientes.
24- A cor da demanda. Texto de Ele Semog: Rio de Janeiro, Letra Capital, 1997. O livro é de Poesia Afro-brasileira que assume a tarefa de porta-voz das vítimas da história falando dos preconceitos e de discriminações no cotidiano, fala de amor, ternura. criança, sexo e saudades.
25- Clara dos Anjos. Lima Barreto. São Paulo: Ática, 1991. Série Bom Livro. O livro traz para a discussão o dilema do preconceito racial no Rio de Janeiro e evidencia o papel da mulata, da mulher negra entre 1890 a 1920. Lima Barreto no romance conduz os leitores de agora a reflexão sobre alguns problemas nacionais.
26- O marido da mãe. Texto de Maria do Carmo Brandão e ilustrações de Claudia Scatamacchia. São Paulo: Moderna, 1990. Coleção Veredas. O livro traz uma história de duas crianças negras, órfãs e de mãe solitária.
27- As duas caras da noite – Texto de Lúcia Pimentel Góes e ilustração de Michio Yamashita. São Paulo: 11ª edição: Moderna, 1986. (Coleção Girassol). O livro fala que a noite tem dois lados e que agente tem também dois pensamentos. Na verdade a história conta que tudo tem dois lados.
28- Zequinha, o estudioso. Texto de Milton Berger e ilustrações de Ricardo Paonessa. São Paulo: DCL, 1999. O livro fala da vida de José do Patrocínio e do movimento de abolição; conta como a princesa Isabel assinou a Lei Áurea e que esta foi o marco da liberdade de negros no Brasil.
29- Zumbi. Texto de Joel Rufino dos Santos. São Paulo: Ed. Moderna, 1985. (Projeto passo a frente: coleção biografias). O livro traz a história de Zumbi e a descrição de todo contexto histórico ocorrido no Brasil nessa época.
30- Do outro lado do mar. Texto de Paula Saldanha; ilustrações de Regina Yolanda. Rio de Janeiro: Salamandra, 1992. O livro narra a história de uma família negra migrante da zona rural que vai morar no Rio de Janeiro de favores no fundo de uma chácara na periferia.
31- Meu Brasil brasileiro. Texto e ilustrações de Maurício Pestana. São Paulo; Escala. 2002. O livro traz charges, cartuns, humor e quadrinhos para falar das discriminações que ocorrem em todos os setores da sociedade, especificamente, nos postos de saúde, delegacias de polícias, shopping, etc. È um trabalho descaracterizando a discriminação racial forte e influente.
32- Meu amor negro. Texto de Márcia Kupstas com ilustrações de André Freitas. São Paulo. FTD, 2001. (Coleção série espelho). O livro conta a história de uma moça de classe média alta, cuja está se desintegrando porque a mãe é alcoólatra e não aceita o namoro da filha com um garoto negro e pobre. A história acontece na cidade de Guarujá e o casal enfrenta inúmeros preconceitos por se amarem.
33- Orixás: pintura e poesia. Texto e ilustrações de Pedro Homero de Oliveira e Silveira. Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre. Porto Alegre. Unidade Editorial. 2000. O livro apresenta a lenda de cada Orixá, e diz que são 14 orixás mais cultuados no Rio Grande do Sul por negros e brancos. Obará, Ogum, Iansã, Xangô, Oba, Ode, Orim, Ossanhã, Xapanã, Oxum, Iemanjá e Oxalá.
34- A resistência do Quilombo Frechal (a histórica peleja dos negros quilombolas contra um milionário opressor). Texto de Magno José Cruz com ilustrações de Herbet Reis. Maranhão. 2000. O livro traz uma literatura de cordel e conta à história de uma comunidade remanescente de escravizados que viviam no Maranhão. Registra a perseguição e violência de um latifundiário paulista cujas vítimas foram os moradores do Frechal, destacando a resistências dos negros.
35- Gosto de África: histórias de lá e daqui. Texto de Joel Rufino e ilustrações de Cláudia Scaramacchia. São Paulo; Global. 1999. O livro traz contos, lendas e mitos das tradições africanas e fala também de personagens brasileiras que viveram na época da escravidão e que lutaram pela liberdade.
36- Dudu Calunga. Texto de Joel Rufino e ilustrações de Zé Flávio Teixeira. São Paulo; Ática. 19996. O livro traz a história de um preto chamado Dudu Calunga, ele ganhou esse apelido por não ter perna. Ele era muito amado pela população local, pois sempre fazia festa em seu terreiro de candomblé onde toda a comunidade participava.
37- Os orixás na vida dos que acreditam neles. Texto de Maria de Lourdes Siqueira. Maza edições, Belo Horizonte. 1995. O livro traz a história dos orixás, explica como foi que os africanos escravizados mantiveram essas memórias religiosas e como eles implantaram no Brasil.
38- Agbalá: um lugar no continente. Texto de Marilda Castanha. Belo Horizonte: Famato Editorial. 2001. O livro traz a história da diversidade cultural evidenciando a trajetória política, cultural sociológica e religiosa dos povos afrodescendentes.
39- Cadernos negros; contos afro-brasileiros. Contos organizados por Quilombohoje. Volume 22. São Paulo; editora Okan. 1999. O livro traz contos de Carlos Gabriel, Conceição Evaristo, Cuti, Esmeralda Ribeiro, Lepê Correia, Lia Vieira, Márcio Barbosa, Miriam Alves, Ricardo Dias, Ruth Souza Saleme, Will Martinez e Zula Gibi. Falam dos problemas sociais que ocorrem com a comunidade afro-brasileira nos asilos, hospitais, rodoviárias, etc. Aborda fatos onde os negros estão sempre como suspeitos, recebem apelidos e/ou são maltratados. Cadernos negros é expressão dos movimentos negros em todas as regiões brasileiras.
40- Antologia pessoal. Texto de Carolina de Jesus, (organizado por José Carlos Sebe Bom Meihy); Rio de Janeiro. Editora UFRJ; 1996. O livro traz a história da vida de Carolina de Jesus e as poesias que ela escreveu nos seus últimos dias. Fala de sua vida como moradora na favela Canindé e como vendedora de papel usado consegue como poucos, ser mulher das letras e publica Quarto de Despejo.
41- Zumbi. Texto de Joel Rufino dos Santos. São Paulo; Moderna, 1985. O livro traz a história de luta do povo africano desde que chegaram no Brasil, dá ênfase à história de Zumbi desde o nascimento até a morte e depois faz um resgate da história da população afrodescendente após a escravidão, chamando a atenção dos leitores para os heróis negros que morreram em nome da liberdade.
42- Me escuta, ta, mãe? Texto de Márcia Batista e ilustrações de Carlos Jorge Nunes. 3ª edição. Belo Horizonte: RH, 1992. (Coleção Dodói). O livro traz a história de uma mãe que nunca tinha tempo para ouvir, brincar, estudar ou mesmo conversar com a filha. È um grito de socorro para os pais que não encontram tempo para ficar com os filhos.
43- Eu e mim mesmo. Texto de Flávio Souza e ilustrações de Walter Ono – São Paulo; Quinteto Editorial, 1997. O livro conta à história de um menino chamado de Luis Fernando que vivia um eterno conflito de identidade, pois precisa se dividir num menino bonzinho, obediente, educado, solitário, morrendo de medo de errar, de enfrentar, confrontar, de ser e de viver.
44- Por que ela me olhou daquele jeito? Texto de Júlio Emílio Braz. FDT, 2000. Traz a história de uma turma da sétima série e da chegada de uma nova professora de português chamada Zuleika que é extremamente preconceituosa.
45- O rei de Ouro Preto. Texto de Sylvia Orthof e ilustrações de Tato. São Paulo: Moderna, 1997. O livro conta a história desde a chegada no Brasil de um grande líder negro em Minas Gerais, Chico Rei. Esse líder junto a outros escravizados por muito tempo jmuntaram ouro nos cabelos, nas roupas e mais tarde eles compraram a liberdade de todos os negros que trabalhavam nas minas de ouro.
46- Cadernos negros: os melhores poemas. (Org) Quilombohoje: São Paulo, 1998. O livro traz poemas de Aberlardo Rodrigues, Carlos Assumpção, Celinha, Conceição Evaristo, Cuti, Ele Semog, Esmeralda Negrão, Jamu Minka, Jônatas Conceição, Jorge Siqueira, Landê Onawale, Lepê Correia, Lia Vieira, Márcio Barbosa. As poesias têm raízes ancestrais e promovem reflexões sobre a vida e a cultura dos afro-brasileiros.
47- Diversidade. Texto de Tatiana Belinki com ilustrações de Sérgio Fernando Luiz. São Paulo; Quinteto Editorial. 1999. (Coleção Camaleão). O livro traz versos para falar da diversidade humana. fala que se todo mundo fosse igual, o mundo não teria graça, mas que só reconhecer as diferenças não basta é preciso saber e respeitar as diferenças.
48- A história do boizinho estrela. Texto de João das Neves com ilustrações de Rose Van Lengen. São Paulo. 3ª edição ed. Global. 1998. O livro traz a história do Bumba meu Boi. A estrela riscou o céu trouxe um boizinho para a terra, salpicando a terra de outras estrelas, encheram as vidas de Lúcia e Carlos de música e sonho e no Vale da Lua tudo ficou colorido. Os avós contaram muitas lendas do boizinho no Maranhão e até do sertão do Cariri foi uma cabra para dançar a dança do boizinho. A história é rica em lendas é folclrore do povo afro-brasileiro.
49- Zumbi vai a escola. Texto de Magno Cruz (org); ilustrações de Ivis de Oliveira. Centro de Cultura Negra do Maranhão, São Luis. Estações Produções. 2ª edição. 2002. O livro traz histórias em quadrinhos sobre Zumbi, e fala que a saga do Quilombo de Palmares e da bravura de Zumbi como exemplos que retratam a capacidade e a competência do povo negro em auto-organizar e de auto-governar. A história é contada a partir de um resgate histórico dos negros e índio com a chegada dos portugueses.
50- Vivas à liberdade. Texto de Magno Cruz, com ilustrações de Emerson Melo. Centro de Cultura Negra do Maranhão. São Luis. 2002. (Coleção Projeto Vida de Negro). O livro traz a literatura de cordel e traz a história da saga heróica da insurreição negra em Viana (MA) ocorrida em 1867. A insurreição de escravos organizada e deflagrada pelos quilombolas que habitavam no São Benedito do Céu; localizado nas cabeceiras do rio Bonito.
51- Lendas dos orixás para crianças: Oxum. Texto, adaptação e arte de Maurício Pestana. Santos. Publicação Casa de Cultura da Mulher Negra. 2003: 1º Semestre – ano II – N° 04. O texto é um quadrinho e conta a história de Oxum que é a orixá das fertilidade, da fecundação e da vaidade.
52- A cor da ternura. Texto de Geni Guimarães, ilustrações de Saritah Barboza. 12ª edição; São Paulo. FTD, 1998. O livro apresenta a história da menina Geni que é a penúltima filha de uma família negra de oito irmãos.
53- O pinto pelado. Texto de Cristina Luna, ilustrações de Ricardo Leite. 4ª edição; Rio de Janeiro. Livro Técnico. 1998. O livro apresenta a história de um pintinho que nasce num galinheiro, com uma diferença de seus irmãos, a de ter o pescoço pelado e isso faz com que ele torne motivo de piadas.
54- Racista, eu? De jeito nenhum... Texto e ilustrações de Maurício Pestana. O livro traz charges, cartuns e quadrinhos de humor. O autor desreve as diversas fases das desigualdades sociais e raciais brasileiras. O racismo no Brasil através da retrospectiva de 20 anos de desenhos do cartunista.
55- Morandubetá. Texto de Heitor Luiz Murat e ilustrações de Cláudio Martins. 7ª edição; São Paulo. Lê. 1998. (coleção Fórmula Lê) O livro conta as lendas recolhidas de nações indígenas no interior de Goiás.
56- Chico boneco. Texto de Josmari Araújo dos Santos, ilustrações de Hilton José dos Santos de Oliveira. Linhares – ES. Rossi editora. 2002. (coleção Vultos e fatos folclóricos). O livro traz uma lenda do Espírito Santo onde os pais contavam as crianças, em noites de lua cheia, sobre o Chico boneco, um homem negro que vivia na fazenda e tinha doze filhos. Ele fazia grandes roças de feijão, batata doce, abóbora, coco, café e cacau, ele recebeu esse apelido por andar meio desengonçado. Nos finais de semana ele ia para a cidade puxando sua carrocinha para vender legumes e cereais e a criançada corria dele por que tinha medo, pois falavam que ele é um fantasma.
57- O saco. Texto de Ivan e Marcelo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989. O texto traz diferentes opiniões através dos bichos, evidenciando a diversidade de pensar e ser dos bichos do Brasil.
58- Contos populares de angola; folclore quimbundo. Viales Moutinho. São Paulo; Landy editora. 3ª edição; 2000. O livro traz um histórico da nação Quimbundo, dizendo que é uma nação angolana limitada pelo Atlântico, pelos rios Dande (Ndanji) e Susa; a leste pelo Cuango, rio Longa e fica na fronteira entre tribos Lubolo e Mbalundu. O livro traz uma coletânea de contos e autores africanos consagrados em Angola e escrevem fatos e lendas dos Quimbundos.
59- Imagem em preto e branco – Livro de Maria Lúcia Kopernick – Vitória-ES: CESAT, 1999. A obra que se insere nas discussões literárias e filosóficas da pós-modernidade, sobretudo no que se refere à análises das questões do multiculturalismo, da alteridade e da heterogeneidade.
60- Desconstruindo a discriminação de negro no livro didático – Ana Célia da Silva. EDUBRA – Salvador – BA. O livro aborda a falta de conhecimentos dos diversos saberes, que compõem a sociedade brasileira, dando ênfase a uma só visão, a européia.
61- Duula, a mulher canibal. Autor: Rogério Andrade Barbosa. Editora Ática. É a história de um menino negro escravo que tinha um amiguinho branco. Um dia, os dois resolveram fugir e, depois de ter atravessado os limites da fazenda onde moravam, encontraram uma comitiva de ex-escravos que esperava o menino negro para coroá-lo como rei. Os dois amigos cresceram e, à sua maneira, lutaram contra a escravidão.
62- Bruna a galinha d' Angola. Autora: Gercilga de Almeida. Editora Pallas. Bruna era uma menina que vivia perguntando com quem iria brincar, pois era muito sozinha. Sua avó, com dó da netinha, manda trazer de um país da áfrica uma coquem, que no Brasil e mais conhecida como galinha d' angola. Depois de ganhar o presente, Bruna passa a ter várias amigas e a conhecer as belezas de ter uma coquem.
63- O filho do vento. Autor: Rogério Andrade Barbosa. Editora DCL. A história acontece em algum país da África, onde nasceu um menino muito especial em uma família de agricultores. Ninguém sabia seu nome e, toda vez que sua mãe o chamava, apenas o menino ouvia e saía às pressas para atendê-la. As outras crianças do lugar tentavam descobrir qual a palavra havia sido pronunciada, mas nunca conseguiam. Um dia, o menino contou seu segredo a um amigo, que sem querer pronunciou o nome em voz alta. A fantasia começa a partir daí.
64- Ana e Ana. Autora; Célia Godoy. Editora DCL. Ana Carolina e Ana Beatriz são duas irmãs gêmeas completamente diferentes uma das outra.enquanto uma gosta de massas, a outra é vegetariana: uma adora o rosa, a outra gosta do azul: uma adora música, a outra é apaixonada por animais. A história das Anas nos faz perceber que as pessoas são únicas no gostar, no ser e no estar no mundo, mesmo que se revelem iguais na aparência.
65- Fica comigo! Autora: Georgina Martins. Editora DCL. Este texto conta uma história muito comum ás crianças que se sentem inseguras quando se deparam com a possibilidade de afastamento de suas mães, sobretudo por causa do trabalho. Ao longo da história, a criança vai "inventando" monstros, bichos, bruxas e fantasmas, que poderão atacá-lo na ausência de sua mãe.
66- Histórias africanas para contar e recontar. Autor: Rogério Andrade Barbosa. Editora do Brasil. Por que o porco vive o chiqueiro? Por que a coruja tem o olho grande? Essas e outras perguntas sobre animais têm respostas nas Histórias africanas para contar e recontar, que Rogério Andrade recolheu dos contos tradicionais africanos e traz de maneira divertida para o público infanto-juvenil brasileiro.
67- Histórias da preta. Autora: Heloisa Pires. Editora Cia de Letrinhas. Heloisa Pires reúne neste livro várias histórias contadas por seus avós e que nos permitem conhecer um pouco sobre a cultura afro-brasileira, a religião dos orixás, a culinária e tudo o que nos remete à cultura africana que compõe a cultura brasileira.
68- Samira não quer ir à escola. Autora: Christian Lamblin. Editora Ática. Samir, como qualquer outra criança, resolver um dia não querer ir à escola. A mães da menina, depois de muitas tentativas em vão, resolver levá-la para o seu trabalho. Da janela do trabalho de sua mãe, Samira pode ver o pátio de sua escola e seus coleguinhas brincando durante o recreio. Sente saudades e resolve voltar para a escola.
69- A hora da Verdade. Autor: Pedro Bandeira. Editora Ática. Pedro Bandeira reuniu nesta história alguns elementos encontrados nos clássicos Dom Casmurro, de Machado de Assis, e Otelo, de Shakspeare. O ciúme, a inveja e o ódio são os ingredientes que fazem da trama deste livro uma bela história, que certamente irá fascinar adolescentes de 13 a 15 anos.
70- Pretinha eu? Autor: Júlio Emílio Braz. Editora Ática. É a história de uma menina negra e pobre que recebeu uma bolsa para estudar no colégio mais rico de sua cidade. Ela é a única aluna negra e todas as suas colegas fazem chacota, ora da sua cor, ora de seu cabelo, ora de seu uniforme, que fora herdade de uma ex-aluna do colégio. As "brincadeiras" das colegas de escola deixam a menina muito triste e ela busca ajuda de seus pais. A história nos faz refletir sobre as várias manifestações do racismo e suas conseqüências, bem como a necessidade de se ter uma família fortalecida e capaz de contornar as barreiras impostas pelo racismo e pelo preconceito.
71- Estação Carandiru. Autor: Dráuzio Varela. Editora Cia e Letras. Dráuzio Varela nos revela histórias verídicas que passaram dentro do maior presídio da América Latina, localizado na cidade São Paulo, durante o período em que esteve no Carandiru fazendo um trabalho de prevenção de AIDS com os presos. Ele nos mostra como começou a rebelião dos detentos, que culminou na maior chacina já visto na história dos presídios mo Brasil.
72- Cidade de Deus. Autor: Paulo Lins. Editora Cia de Letras. Neste romance que inspirou o filme homônimo, Paulo Lins nos conta as durezas de se viver em uma favela esquecida pelo poder público e dominada pelas drogas e pela violência causada pela guerra do tráfico. Ele nos mostra a luta de pessoas que buscam alternativas de sobrevivência sem depender da marginalidade. Cidade de Deus é um retrato da realidade vivida em muitas metrópoles de nosso país, nos dias atuais.
73- A cor da vida. Autora: Seminramis Paterno. Editora Lê. Com este livro, a autora possibilita a discussão da temática das relações raciais pelo olhar das crianças. Por meio de um jogo poético com as cores, duas crianças mostram para suas mães que a luta pela igualdade não significa apagar as diferenças.
74- Experiências étnico – culturais para a formação de professores. Autoras: Nilma Lino Gomes e Petronilha B. Gonçalves Silva. Editora Autêntica. está publicação nos alerta para a necessidade de construir, no processo educativo, caminhos que nos levem a reconhecer e valorizar as diferenças como fator imprescindível de qualquer projeto educativo e social que se pretenda democrático. Também lança novos olhares para se pensar a formação docente para o trabalho com a diversidade.
75- De onde você veio? Autoras: Liliane e Michele Lacoca. Editora Ática. Este livro estimula crianças e jovens a se perguntarem sobre a própria origem, bem como a construção cotidiana da valorização e respeito às diferenças e semelhanças existentes entrte nós.
76- O Atlântico Negro. Autor: Paul Gilroy. Editora 34. De forma brilhante, o autor aponta como, entre os descendentes africanos no novo e velho mundo, á número significativo de indivíduos cujas ações alcançaram grande repercussão e que, aproveitando todas oportunidades da época, lutavam, viajavam, liam e inventavam músicas, modas e idéias. Para eles, como para Gilroy, as culturas negras, longe de serem grandes depósitos de atributos do passado africano, são projetos de inovação, participação na modernidade e, às vezes, de subversão.
77- Crianças como você. Autores: vários. Editora Ática/UNESCO. Os autores percorrem 31 países carregando um equipamento de 110 quilos, e o resultado desta viagem é um livro emocionante, com fotos belíssimas de crianças de todo o mundo, de suas famílias, sua cultura, seus brinquedos e comidas favoritas. O livro é uma celebração da infância no mundo e também uma viagem fantástica pelas diferenças e semelhanças deste mosaico chamado humanidade.
78- Ninguém é igual a ninguém. Autora: Regina Otero. Editora Brasil. Um livro sensível e alegre, no qual imagens e palavras mostram ao jovem os primeiros passos para se compreender a obra do artista Debret. Através do olhar e da produção do artista, a autora procura fazer com que os leitores participem da obra de Debret e, como ele, registrem o mundo de sua época. Imagens e textos vão se construindo para provocar o imaginário e estimular também os aspectos lúdicos e a curiosidade das crianças, que são fundamentais na vida dos pequenos.
79- A corda ternura. Autora: Geni Mariano Guimarães. Editora FTD. O livro relata a trajetória de Geni, uma garota negra, numa sociedade de valores voltados para o branco.
80- Gosto da África histórias de lá e daqui. Autor: Joel Rufino. Editora Global. Histórias daqui e da África, contando mitos, lendas e tradições negras. Com o olhar crítico e afetuoso, o livro fala também de personagens da história do Brasil e de um tempo de escravidão, luta e liberdade, ajudando a compreender a diversidade de nossa cultura.
81- Jogo das diferenças: multiculturalismo e seus contextos. Autores: Luiz Alberto G. e Petronilha B. Gonçalves e Silva. Editora Autêntica. O livro nos remete à reflexão de como o multiculturalismo se constitui como área de pesquisa e intervenção no espaço escolar e na educação. A partir de sua leitura, os docentes têm um panorama de como está temática se tornou importante na educação no Brasil.
82- A menina transparente. Autora: Elisa Lucinda. Editora Salamandra. A menina transparente é uma história real, não é ficção. Através "dela", nosso coração fica inteligente e o pensamento, emocionado. Você vai reaprender a brincar.
83- Dicionário de relações étnicas e raciais. Autor: Ellis Cashomre. Editora: Selo Negro. o dicionário registra uma revisão da palavra provocada por novas demandas sociais. Alguns dos verbetes nos dão um aula sobre a história dos termos, outros nos esclarecem sobre fatos ou personalidades que marcaram presença nas questões étnicas e raciais num mundo em trnsformação.
84- Diferença e preconceito na escola. Autor: Júlio Groppa Aquino. Editora: Summus. A dicotomia preconceito versus cidadania tem-se apresentado como uma das questões mais inquietantes na contemporaneidade. E o desafio urgente que se impõe aos educadores é o de fomentar, já nos bancos escolares, uma "ética da tolerância" entre as pessoas, compatibilizando democraticamente o peso de suas diferenças desde aquelas de ordem sexual, física ou de geração, até as religiosas, ética ou socioculturais.
85- Alfabeto Negro. Autoras: Cristina Agostinho e Rosa Margarida de Carvalho Rocha. Editora: Santa Clara. O alfabeto negro é um instrumento concreto de valorização da diversidade étnica e cultural do país, em consonância com os objetivos dos Novos Parâmetros Curriculares do MEC, no que tange a seus temas trnsversais.
86- Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação. Autora: Eliane Cavalleiro. Editora: Contexto. Este trabalho se insere no conjunto de pesquisas realizadas com o objetivo de reunir informações sobre negros no sistema de ensino. Visa subsidiar estratégias que elevam a auto-estima dos grupos discriminados.
87- Dito, negrinho da flauta. Autor: Pedro Bloch. Editora: Moderna. Dito não tem nada. É órfão, sofredor, maltratado e explorado, porém o seu espírito está cheio de amor e música. Para realizar o amor e preencher o mundo com o seu tom, tudo o que ele quer é uma flauta. Leia e sinta a sua trajetória até conseguir o que deseja.
88- Racismo cordial. Autores: vários. Editora: Folha de São Paulo. Este livro traz a mais ampla investigação científico-jornalística sobre o preconceito de cor e o racismo no Brasil. É uma importante leitura de referência para quem quer aprender e ensinar os meandros da sociedade brasileira para combater este grande mal.
89- Negro, qual é o seu nome? Autora: Consuelo Dores Silva. Editora: Mazza Edições. A autora analisa uma prática cotidiana em nossas escolas, a de "colocar apelidos". Mostra como apelidos, mais do que simples brincadeiras, retratam a forma como o racismo atua no cotidiano escolar.
90- Felicidade não tem cor. Autor: Júlio Emílio Braz. Editora: Moderna. Mostrando os sentimentos de um menino negro em relação aos seus colegas e sua família, o livro traz à tona a questão do preconceito. Revela, na trilha do preconceito, diversas atitudes quase imperceptíveis, porque banalizadas no cotidiano, mas que provocam danos que podem ser permanentes na vida de quem as sofre.
91- Educação Popular Afro-Brasileira / As idéias racistas, os negros e a educação / Negros e currículos / Os negros, os conteúdos escolares e a diversidade cultural I e II. Autores: diversos. Editora: Núcleo de Estudos Negros – NEN-SC. Estes livros compõem uma rica coletânea sobre a questão racial no Brasil e sua correlação com a educação. A partir da visão de vários estudiosos, é possível montar um panorama da temática, bem como apresentar contribuições valiosas para o seu entendimento e enfrentamento proativo desde a escola.
92- Ogum o rei de muitas faces e de outras histórias dos orixás. Autora: Lídia Chaib. Editora: Cia de Letras. Este livro aborda uma das personagens do panteão afro-brasileiro. A partir dele, é possível entender um pouco mais desta rica cultura.
93- Coleção de bichos da África (quatro volumes). Autor: Rogério A. Barbosa. Editora: Melhoramento. Você já viu bichos africanos no cinema? E os outros que você não viu? Esta coletânea nos ajuda a desvendar outros e novos bichos africanos na perspectiva de sua integração e ligação com a cultura.
94- Pindorama Feira de Palmeira. Autora: Marilda Castanho. Editora: Formato. A partir da leitura deste livro, podemos desvendar aspectos da cultura africana e sua correlação com a resistência africana.
95- Tirando a máscara. Autor: Antônio S. A. Guimarães. Editora: Paz e Terra. Este livro aborda várias facetas do preconceito, do racismo e da discriminação racial. Leitura importante para nos ajudar a desvendar como estes conceitos e atos são escamoteados na sociedade e como, mesmo negados, permanecem vivos e se reproduzem.
96- Contando a história do samba. Autora: Elzelina D. Santos e outros. Editora: Mazza Edições. Este caderno busca a valorização da memória social musical do samba, refletindo sobre as possibilidades humanas. Por intermédio do samba, educadores, pais, alunos, agentes culturais e comunitários podem viabilizar atividades educativas que permitem o reconhecimento da importância do negro ao longo da história da humanidade e sua contribuição para a produção de uma cultura universal, que transcende a todos os povos e que freqüentemente é apropriada pelos brancos, e mesmo pela sociedade, sem revelar suas origens.,
97- Gostando mais de nós negros. Autora: Maria Lúcia Silva. Editora: Gente. A partir de um trabalho com a auto-estima, este livro vai ajudando crianças, adolescente e jovens que não são brancos a reconstruírem sua auto-estima e, através das mesmas, uma identidade mais positiva de si mesmo.
98- Mãos negras, antropologia da arte negra. Autor: Celso Prudente. Editora: Panorama. A produção artística de diversos autores negros é retratada neste livro com maestria, uma obra importante para compreender eu a cultura negra e a cultura e a arte produzida por negros vão muito além do que comumente é retratado, sobretudo como folclore.
LIVROS SOBRE ÁFRICA, BRASIL, AFRO-BRASIL E MOVIMENTOS NEGROS EM GERAL
Assuntos - Artes, Cultura Negra, Culturas Africanas, História, História Oral, Tradição Oral, Oralidade, Literatura, Política, Religião."História Geral da África II. A África antiga". Volume coordenado por G. Mokhtar. São Paulo, Ed. Ática; Paris, Ed. UNESCO. 1983.
"História Geral da África IV. A África do Século XII ao século XVI. Volume Coordenado por D.T. NIANE, São Paulo, Ed. Ática, Paris, Ed. UNESCO, 1988.
"História Geral da África VII.. A África sob dominação colonial 1880-1935". Volume coordenado por A. ADU BOAHEN, São Paulo, Ed. Ática, Paris, Ed. UNESCO, 1991.1- Escravidão: ofício e liberdade. Jorge Prata de Souza Lorg. RJ. APERJ. 1998.
2- Agadá: Dinâmica da Civilização Africana-Brasileira. marco Amélio Liz. Secneb – Silis- BA – 1995.
3- Nó na garganta. Pisku Muna – SP. Atual, 2004.
4- Entre Guerra e Miséria – Os escravos de hoje. Combesque, Maria Ágües, SP. Scipicione, 1998.
5- Cultura negra e Ideologia de Recalque. Marco Aurélio Luz, Salvado –BA, Secnes. 1994.
6- As Nações Keto - Rocha, Agenor Miranda, RJ Manad. 2000.
7- As Idéias Racista -Os Negros e a Educação. Ivan Costa Lima e Jeruse Romão. NEN.SC. 1977.
8- África no Brasil. Bourdoukan. Georges.SP – Casa Amélia. 1999.
9- A canção de nossa gente. Galeano, Eduardo, RJ. Paz e Terra. 1978.
10- O regresso do morto. Cacho, Suleimam, Lisboa, Editorial Canho, AS. 1997.
11- Significado do protesto negro. Fernandes, Florestan. SP. Cortez. 1989.
12- Palmares a guerra dos escravos. Freitas, Décio, rio Graal, 1982.
13- Racismo e Anti-racismo na Literatura infanto-juvenil. Andrade, Inaldate de Recife.Etnia Produção Editorial,2001.
14- Dos crimes de preconceito de raça e de cor (comentários à lei 7.716/89). Tejo, Célia Maria Ramos. Campion Grande, EDUEP, 1998.
15- Velhos tempos no Mississipi. Wam, Mark São Paulo, Paz e terra, 2002.
16- Lendas negras. Braz, Júlio e dansa, salmo. São Paulo FTD, 2001 série no meio do caminho.
17- Mandela – a luta é minha vida. Tradução Celso Nogueira, SP globo 1995.
18- Rebelião escrava (no Brasil(Malês) 1835). Reis, João José, São Paulo, Brasiliense, 1986
19- O teatro negro de Saimé Cismai. Almeida, Lílian Pestre \UFF-1978.
20- República de Etnias. Paulo Reis (org)ghyphus, museu da república RJ-2000.
21- Contando a história do samba. Autora: Elzelina D. Santos e outros. Editora Lê. Este caderno busca a valorização da memória social e musical do samba, refletindo sobre as possibilidades humanas. Por intermédio do samba, educadores/as, pais, alunos, agentes culturais e comunitários podem viabilizar atividades educativas que permitem o reconhecimento da importância do negro ao longo da história da humanidade e sua contribuição para a produção de uma cultura universal, que transcende a todos os povos e que freqüentemente é apropriada pelos bancos, e mesmo pela sociedade, sem revelar suas origens.
22- O movimento negro. Autor: Marcos Antônio Cardoso. Editora Mazza Edições. Uma das maiores contribuições deste trabalho é a de explicar, para aqueles que porventura desconhecem a história das lutas negras no Brasil, o papel do movimento negro em desmascarar o mito da democracia racial e os efeitos maléficos que resistem até hoje no processo de afirmação da identidade política da população negra brasileira.
23- Todos semelhantes, todos diferentes. Autor: Albert Jacquard. Editora Augustus. Fortlecida com a Declaração de 1948, a universalidade dos direitos humanos, no que é essencial, ainda está para ser construída. esse processo de "universalização" não atende à difusão de um modelo único, mas antes da emergência, em diversos pontos, de uma mesma vontade de se reconhecerem direitos comuns a todos seres humanos. Nesse sentido, a universalidade exige que se compartilhe o sentido da palavra e mesmo um enriquecimento desse sentido a partir do intercâmbio entre as culturas.
ORGANIZADOS POR NOMES DOS AUTORES
1. ABRAMOVAY, Miriam (e outros) – "Gangues, galeras, chegados e rappers; juventude, violência e cidadania nas cidades da periferia de Brasília". Rio de Janeiro, Ed. Garamond, 1999.
2. AGUALUSA, José Eduardo – "Nação Crioula". Rio de Janeiro, Ed. Gryphus, 1998
3. ALECASTRE, Amílcar – "O Brasil, a África e o futuro". Rio de Janeiro, Ed. Laemmert, 1969.
4. ALTAVILLA, Jayme de – "O quilombo de palmares". São Paulo, Ed. Melhoramentos.
5. ALVES, Márcio Moreira – "Brava gente Brasileira". Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 2001.
6. AMARO, Sarita – "Negros; identidade, exclusão e direitos no Brasil". Porto Alegre, Ed. Tchê, 1997.
7. ANDRADE FILHO, Silvio V. de – "Um estudo sociolingüístico das comunidades negras do Cafundó, do antigo Caxambu e de seus arredores". Sorocaba, Ed. SEC, 2000.
8. ANSON, Luis Maria – "La negitud". Madrid, Espana,Ed. Revista de Ocidente, 1971.
9. APPIAH, Kwame Anthony – "Na casa de meu pai; a África na Filosofia e na Cultura". Rio de Janeiro, Ed. Contraponto, 1997.
10. ARAÚJO, Joel Zito – "A negação do Brasil; o Negro na telenovela Brasileira". São Paulo, Ed. SENAC São Paulo, 2000.
11. ARAÚJO, Kelly Cristina – "Áfricas no Brasil". São Paulo, Ed. Scipione, 2003.
12. ASSIS, Machado de "Historiador". São Paulo, Ed. Cia. das Letras, 2003.
13. AZEVEDO, Célia Maria M. de – "Onda negra, medo branco; o negro no imaginário das elites, século XIX". Rio de Janeiro, Ed. Paz e Terra, 1987.
14. AZEVEDO, Elciene – "Orfeu de carapinha; a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo". Campinas, Ed. da UNICAMP, 1999.
15. AZEVEDO, Licínio, RODRIGUES, Maria da Paz – "Diário da libertação; a Guiné-Bissau da Nova África". São Paulo, Ed. Versus.
16. BÂ, Amadou Hampâté – "Amkoullel, o menino fula". São Paulo, Ed. Pallas Athena: Casa das Áfricas, 2003.
17. BACELAR, Jéferson – "A hierarquia das raças; negros e brancos em Salvador". Rio de Janeiro, Ed. Pallas, 2001.
18. BALDWIN, James - "Da próxima vez, o fogo; racismo nos EUA". Rio de Janeiro, Ed. Biblioteca Universal Popular, 1967.
19. BARBOSA, Wilson do Nascimento – "Atrás do muro da noite; dinâmica das culturas afro-brasileiras". Brasília, Ed. Fundação Cultural Palmares, 1994.
20. BARCIA, Maria Del Carmem – "Burguesia esclavista y abolición". La Havana, Cuba Editorial de Ciências Sociales, 1987.
21. BASTIDE, Roger – "As Américas negras". São Paulo, Ed. da USP, 1974.
22. BASTIDE, Roger – "As Religiões africanas no Brasil". São Paulo, Ed. Livraria Pioneira, 1985.
23. BASTIDE, Roger – "Brasil, em terra de contrastes". São Paulo, Ed. DIFEL.
24. BASTIDE, Roger – "Estudos Afro – brasileiros". São Paulo, Ed. Perspectiva, 1976.
25. BERND, Zilá – "A questão da negritude". São Paulo, Ed. Brasiliense.
26. BOÉTIE, Etienne de La – "Discurso da servidão voluntária". São Paulo, Ed. Brasiliense, 1982.
27. BORGES, Edson; MEDEIROS, Carlos A; d'ADESKY – "Racismo, preconceito e intolerância. São Paulo, Ed. Atual, 2002.
28. BOSI, Alfredo – "Dialética da Colonização". São Paulo, Ed. Cia das Letras, 1999.
29. BOURDOUKAN, Georges – "Capitão Mouro". São Paulo, Ed. Sol e Chuva, 1997.
30. BOWEN, Willian G; BOK, Derek – "O curso do Rio; um estudo sobre a ação afirmativa no acesso a Universidade". Rio de Janeiro, Ed. Garamond, 2004.
31. BRUNSCHWIG, Henri – "A partilha da África Negra". São Paulo, Ed. Perspectiva, 1974.
32. BUENO, Eduardo – " Brasil: terra à vista! A aventura ilustrada do descobrimento". Porto Alegre, Ed L&PM, 2000.
33. CALDAS, Waldenyr – "Cultura". São Paulo, Ed. Globo, 1986.
34. CANCLINI, Nestor Garcia – "A sociedade da arte: teoria e prática na América Latina".
35. CAPELA, José – "As Burguesias portuguesas e a abolição do tráfico da escravatura, 1810 – 1842". Porto, Portugal, Ed. Afrontamento, 1979.
36. CARDOSO, Irene – "Os tempos dramáticos da mulher brasileira". São Paulo, Ed. Graal, 1981.
37. CARDOSO, Marcos – "Movimento negro". Belo Horizonte, Ed. Mazza Edições, 2002.
38. CARNEIRO, Edson – "O quilombo dos palmares". São Paulo, Ed. Nacional, 1988.
39. CARNEIRO, M. Luiza Tucci – "Preconceito racial: Portugal e Brasil – colônia". São Paulo, Ed. Brasiliense, 1988.
40. CARPENTIER, Alejo – "Écue – Yambá – Ó". São Paulo. Ed. Brasiliense, 1988.
41. CARR, Stella – "Arrepiando a pele". São Paulo, Scipione, 1993.
42. CARVALHO, José Murilo de – "Os bestializados; o Rio de Janeiro e a República que não foi". São Paulo, Ed. Cia. das Letras, 1987.
43. CARVALHO, Ruy Duarte de – "Vou lá visitar pastores". Lisboa, Portugal, Ed. Cotovia, 1999.
44. CASCUDO, Luis Câmara – "Coisas que o povo diz". Rio de Janeiro, Ed. Bloch.
45. CASCUDO, Luis Câmara – "Contos tradicionais do Brasil". Rio de Janeiro, Ed. Ediouro, 1988.
46. CASCUDO, Luis Câmara – "Made in África" . Rio de janeiro, Ed. Civilização Brasileira, 1997.
47- CASCUDO, Luis Câmara – "Mouros, Franceses e Judeus; três presenças no Brasil". São
Paulo,Ed. Global, 2001.
48- CASTELLS, Manuel – "O poder da identidade". Rio de janeiro, Ed. Paz e Terra, 1999.
49- CENDRARS, Braise – "Pequenos contos Negros; Também para crianças brancas". São
Paulo, Ed. L&PM, 1989.
50- CHAGAS, Conceição C. das – Negro; uma identidade em construção".Petrópolis, Ed. Vozes,
1996.
51- CHANOISEAU, Patrick – "Texaco". São Paulo, Ed. Cia das Letras, 1993.
52- CHIAVENATO, Júlio J.- "O Negro no Brasil". São Paulo, Ed. Brasiliense, 1987.
53- CHIZIANE, Paulina – "Niketche; uma história de poligamia". São Paulo, Ed. Cia. das Letras,
2004.
54- CLIFFORD, James – "A experiência Etnográfica; antropologia e literatura no século XX".
Rio de Janeiro, Ed. UFRJ, 2002.
55- CONCEIÇÂO, Fernando – "Cala a boca Calabar; a luta política dos favelados". Salvador-BA, Ed. Vozes, 1984.
56- CONCEIÇÂO, Fernando – "Negritude Favelada; a questão do Negro e o Poder na
"democracia racial brasileira". Salvador, Edição do autor, 1988.
57- CORBIN, Alain – "Saberes e Odores; o olfato e o imaginário social nos séculos dezoito
e dezenove". São Paulo, Ed. Cia. de Letras, 1987.
58- CORRÊA, Sônia; HOMEM, Eduardo –"Moçambique: primeiras marchas". Rio de Janeiro, Ed. Margem Editoria, 1977.
59- CORREIA, Lepê – "Caxinguelê". Recife, 1993.
60- AGUIAR, Maciel – "Os últimos zumbis" – ES. 2003.
61- Prudente, Wilson – "Igualdade Jurídica e Pensamento Racial". Prefeitura Municipal de Vitória – Secretaria da Cidadania e Segurança Pública. 2002.